| Esclarecimento Público do Folha da Canastra | ||
| O Folha da Canastra faz esclarecimento ao leitores e críticas ao Sistema | ||
“Ética, verdade e justiça social” O Folha da Canastra vem a público prestar esclarecimentos aos leitores e patrocinadores pela falta de regularidade na impressão e distribuição do veículo, a partir de dezembro de 2004. Desde a primeira edição, em dezembro de 1998, o informativo manteve as edições em ritmo mensal, mesmo quando enfrentava condições adversas de clima (sob chuvas era complicado rodar nas estradas precárias da Canastra), falta de patrocínio (nunca tivemos grande empresas patrocinadoras, mas temos grandes empresários conscientes da importância social do Folha da Canastra) ou outros problemas como por exemplo, manutenção do carro. O problema de assiduidade do informativo começou logo após a tocaia e agressão covarde sofrida pelo proprietário do veículo, o jornalista Vicente Ines Quintão. E, só agora, mais de um ano depois do fato, começaram as investigações. O que motivou a publicação das matérias contidas na página seguinte. A agressão causou uma hérnia de disco ao jornalista e tirou-lhe a capacidade de dirigir por horas seguidas, assim como também diminuiu-lhe as possibilidades de usar com destreza o braço e a mão direita. Conseqüentemente, restringiu-lhe o uso do computador para tratar fotos, diagramar, editar, produzir textos etc. A cirurgia para correção do problema custa algo em torno de R$13.000,00 (treze mil reais). Conforme já foi explicado em outras edições, o Folha da Canastra não possui capital ou equipe: apenas uma pessoa é encarregada de executar todos os processos jornalísticos, desde a criação e edição, coleta de publicidades e diagramação, até a distribuição dos cinco mil exemplares em mais de 10 cidades. Assim, por questão de saúde do responsável, o Folha da Canastra somente vai circular quando for possível, tanto em termos de publicidade para garantir os custos, quanto ao procedimento relativo ao tempo para a execução do projeto completo de cada edição. E mais: o “ismo” do Jornalismo ensinado nas universidades é uma doutrina que tem haver com ética, verdade e justiça social. Enfim, é quase impossível praticar a profissão numa região em que não se percebe comprometimento das autoridades com a ética, a justiça e as causas sociais. |
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Jornalista do Folha da Canastra sofre tocaia e agressão “Foi uma agressão sumária e covarde. Fui seguido na estrada e quando parei para usar o telefone pegaram-me com o celular nas mãos. Não me deram tempo nem para correr!" Em novembro de 2004, o diretor e jornalista do Folha da Canastra, Vicente Ines Quintão, sofreu tocaia na estrada, seguida de agressão física. O fato ocorreu por volta das 13:00h, logo depois que o jornalista saiu de casa, em São Sebastião dos Cabrestos, rumo a São Roque de Minas. Os agressores foram identificados como Irlei Faria (do Lôrde - morador dos Cabrestos) e Claudinei (primo do Irlei - de Piumhi), condutor do veículo que seguiu o carro do jornalista. Os agressores ao verem o jornalista parado na estrada a telefonar, desceram do carro e, o elemento de nome Irlei, partiu para uma agressão sumária e covarde. O agressor pesa entre 90 e 100 quilos e está acostumado às brigas, conforme inúmeros BO´s policiais arquivados contra ele. Irlei não deu explicações dos motivos da agressão e da intimidação, mas afirmou que estava armado e disposto a acabar com a vida do jornalista. Irlei é motorista do ônibus escolar de Vargem Bonita, cidade onde o prefeito, Lélis Jorge da Silva, é suspeito de inúmeras improbidades administrativas. O veículo de comunicação Folha da Canastra, do qual Vicente é jornalista, nos últimos anos tem apresentado denúncias sistemáticas e consistentes de falcatruas do prefeito. Em 2003, o prefeito Lélis negou autorização para a confecção de notas fiscais para o Folha da Canastra, motivo pelo qual o veículo de comunicação foi obrigado a transferir-se para outra cidade e abrir processo judiciário contra a arbitrariedade (improbidade) do prefeito - processo em curso. Depois de comunicar o fato à PM, dirigiu-se a São Roque para exame de corpo delito, porém a delegacia estava fechada e o hospital sem médicos. Mas, ao chegar à casa de um amigo na cidade, o telefone tocou e um vizinho perguntava sobre as condições físicas do jornalista. Isso porque, na comunidade, o Irlei se vangloriava de tê-lo agredido e exibia mechas de cabelo arrancadas da vasta cabeleira dele. A agressão custou ao jornalista uma hérnia de disco na coluna cervical, entre as vértebras 6 e 7, irreversível. O agressor covarde apoiou-lhe o peso no pescoço; foi acionado judicialmente por lesão corporal grave e perdas e danos. O processo tramita em São Roque de Minas. |
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O
texto acima, original, foi publicado no site do Folha da Canastra, na semana
seguinte à agressão. A
edição em papel somente foi impressa por acreditarmos que, em
meio à lama que envolve os Poderes brasileiros, ainda existem pessoas
e profissionais dispostos a mudar a triste realidade do País |
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“Caso tivesse sido assassinado, com certeza os covardes estariam soltos por aí a menosprezar a vida dos outros e a ironizar a Justiça. A classe dos bandidos foi privilegiada com a infeliz medida de abrandar as penas para os crimes hediondos. Isto é, não existem mais crimes bárbaros, somente inocentes presos nas residências devido à insensatez de representantes da Justiça. A Justiça é cega: quem abre ou fecha os olhos dos juízes são os promotores e advogados. Mas, caso não haja dinheiro envolvido, são raros os defensores públicos a se empenhar nas causas. Ao contrário, políticos são defendidos por vários juristas, muitas vezes, pagos com dinheiro público. Para exemplificar, no caso das notas fiscais negadas ao Folha da Canastra
(veículo de comunicação sem capital de giro) citadas
acima, os defensores públicos Weber Marques Lima e Ana Maria de Miranda
demonstraram desinteresse. O primeiro, perdeu o prazo e não arrolou
as testemunhas de defesa em tempo hábil; o segundo, evidenciou nem
ter lido o processo: foi incapaz de fazer uma única pergunta às
testemunhas da Prefeitura vargeana. Pergunto: o que é ética para muitos advogados senão a defesa do patrão a lhe pagar o salário? Se necessário, cria-se um álibi! Mesmo sabendo que o outro lado é comprovadamente inocente. |
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Para
que a certeza da impunidade não estimule ainda mais a corrupção
e a violência é preciso dar um basta nos “coronéis”
da região da Canastra e punir exemplarmente os assassinos do dj Jullius
Bil; os covardes que agrediram o jornalista do Folha da Canastra e, mais recentemente,
os quatro elementos que agrediram a pauladas o estudante de Direito, Paulo
Picardi, em S. Roque de Minas. Lugar de animais violentos é entre as
grades, sob trabalhos forçados para pagar a estadia”. |
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Marchinha de Carnaval 2006 Pela Ética e Dignidade Jurídica, Já! Senhor
juiz, esse político a sociedade "roubô" “mensalão” “habeas
corpus” “valerioduto” “fim dos crimes hediondos” “voto secreto” “Pizzaria
Brasília da Canastra”, onde o três poderes |
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